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Qual a diferença entre um site e uma loja virtual

Qual a diferença entre um site e uma loja virtual

Qual a diferença entre um site e uma loja virtual

Qual a diferença entre um site e uma loja virtual

Essa é uma pergunta muito frequente entre meus clientes no escritório. Bom, de uma forma bem resumida a diferença entre um site e uma loja virtual é que a loja possui um sistema de gestão de estoque e carrinho de compras, similar a uma loja física e o processo de venda é praticamente todo automatizado, desde a seleção do produto, fechamento do pedido até a cobrança, seja no cartão ou boleto bancário.

Já o site não contém esses recursos, apenas informações distribuídas de forma pré-determinada, para orientar o visitantes dentro de um conjunto de informações, por exemplo, uma apresentação dos serviços da empresa, notícias, entre outras informações.

Portanto, a loja virtual permite que o cliente tenha uma navegabilidade mais amigável, permitindo que ele faça consultas por categorias de produtos, faixa de preços, até mesmo buscas por cores ou segmentos.

Entretanto, um detalhe importante, um site simples também pode ter botões de venda. Plataformas como o PagSeguro, GerenciaNet ou PayPal, permitem que você crie um produto e estas plataformas geram automaticamente um botão de pagamento e esse botão você insere no seu site.

Este tipo de comércio, utilizando um botão de pagamento, é recomendado quando você tem poucas unidades ou itens para venda, por exemplo, imagine um autor de livro que queira vender apenas uma única obra. Para o lançamento do livro ele criou uma página exclusiva para o livro e o único produto a venda é o próprio livro, não sendo necessário um carrinho de compras. Neste caso o site é mais que suficiente para atender sua necessidade.

Espero que esta explicação tenha ajudado.

Forte abraço a todos.

Como ganhar dinheiro na Internet.

Talvez alguns estejam se perguntando: “Se ele vai dar a receita para ficar rico, será que ele já ficou ?

Se eu estivesse rico talvez eu não estivesse escrevendo este post, e por um motivo muito simples, existem alguns segmentos de mercado que estão saturados de conteúdo, e no meu caso minha linha de trabalho é justamente gerar conteúdo para a web na área de informática. Agora, existem áreas que estão carentes de conteúdos de qualidade e talvez você consiga se encaixar em algun deles.

A idéia deste artigo é apenas “abrir” os olhos das possibilidades existentes no mercado da internet para qualquer pessoa de qualquer mercado. A seguir vou pontuar as principais possibilidades existentes hoje, e futuramente, posso explicar com mais calma cada um deles. Segue:

  • Consultoria pela Web: Divulgue seu trabalho e ofereça consultoria na sua área através do Skype.
    • A vantagem é que você trabalha de casa.
    • A desvantagem é que o dia tem apenas 24 horas e você ficaria limitado as aulas.
  • Venda de eBooks: Crie conteúdo em formato de ebook e venda pela web.
    • A vantagem é que você pode vender em escala.
    • A desvantagem é que você precisa se tornar uma autoridade no assunto para vender bastante.
  • Venda produtos pela Internet: Estude um nicho de negócio e venda produtos exclusivos.
    • A vantagem é que a concorrência é pequena e você pode ser encontrado de qualquer lugar do mundo.
    • A desvantagem é que o início não será fácil, pois você precisa gerar conteudo para ser encontrado.
  • Freelance pela Web: Alguns segmentos permitem você desenvolver seus trabalhos remotamente.
    • A vantagem é que você trabalha em casa.
    • A desvantagem é que o dia só tem 24 horas.
  • Vire um Blogueiro: Crie conteúdo relevante e venda conhecimento além de espaço publicitário.
    • A vantagem é que se você se tornar referência, poderá vender espaço publicitário e outros produtos vinculados.
    • A desvantagem é que o processo para se tornar relevante é lento, a não ser que você pague para aparecer no início.
  • Afiliados: Talvez um dos mercados mais interessantes e só a Web permitiu isso. Ao desenvolver um trabalho em algum segmento, você pode revender produtos digitais de outras pessoas e ganhar comissão nas vendas. Um bom exemplo é o site www.hotmart.com.br
    • A vantagem é que você não precisa produzir conteudo, mas terá que criar seu público de alguma forma.
    • A desvantagem é que você sempre dependerá de algum produto de terceiro de qualidade.

Vale lembrar que todos os itens acima exigem muito trabalho e dedicação, por isso não fique ai se lamentando, corra que ainda dá tempo.

Em breve postarei novas profissões que podem ser exploradas usando a internet.

Abraços.

 

O novo Varejo “Fidigital” físico e virtual

Colaboração: Prof. Antonio Carlos Giuliani

A compra por impulso já não gera tanto mais lucro se não vier acompanhado de um bom atendimento, mix diversificado de produtos e comunicação dirigida. As novas tecnologias produzem novas reações e comportamentos de compras, exigindo ações de marketing dirigidas ao seu publico alvo.

Pode-se atribuir que o varejo brasileiro, em relação aos mercados mais maduros, no quesito atender aos anseios do consumidor e atende-lo naquilo que ele quer e deseja, estamos atrasados. Sabe-se que o setor está de olho no futuro, tem muitos varejistas fazendo um bom trabalho, mas tem muitas marcas perdendo espaço, pois parecem entender que não precisam acompanhar as mudanças de comportamento do seu consumidor e abrem oportunidades para novos entrantes.

As empresas que se relacionarem de forma rápida com seus clientes, irá colaborar na economia de tempo e com certeza estarão nas mentes dos consumidores. Rever o canal de distribuição é importante para manter-se no mercado, identificam-se varejistas que possuem pontos de vendas apenas no ambiente físico e outros somente digital.

A comodidade e os preços encontrados no meio digital, não são páreos para a experiência de compra, como o ambiente, atendimento ou o “levar na hora” no ponto de venda físico, assim como o contrário também é válido. Ganham mercado os varejistas que conseguem criar não somente uma experiência híbrida de consumo, mas permite que o consumidor possa decidir em qual canal ele compra, físico ou virtual, bem como de qual maneira ele recebe ou retira seu produto, identifica-se modelos de lojas onde funcionam apenas como um showroom ou um centro de experiências para as compras virtuais.

Ter um ponto físico e virtual como canal de venda, torna-se imprescindível, denominado pelo mercado como “Fidigital”. O varejo de ontem era medido pelo número de lojas e pelo porte das mesmas, hoje não somente a presença, mas a relevância da marca junto ao seu público consumidor, e principalmente o engajamento desses com a marca, são pontos importantes para assegurar o sucesso, e dialogar com os diversos tipos de gerações de consumidores.

Enquanto grandes varejistas estão caindo, uma série de pequenos negócios surgem e prosperam da noite para o dia, por compreender e oferecer algo direcionado ao seu público em detrimento do diferenciado. Para o varejo hoje, realizar uma venda sem entender que o consumidor está em busca de soluções, poderá significar uma venda não realizada. Cabe ao marketing das empresas preocuparem-se não só com embalagens e produtos, mas com o emocional do consumidor.

(Publicado no Jornal de Piracicaba em 03/06/16 – A3)

Internet Regulada sem inclusão digital

No Brasil pagamos tudo nas alturas, gasolina, energia elétrica, gás, impostos e mais impostos e agora querem controlar a Internet, a quantidade que é usada, comenta Alex Villaverde, Consultor de Marketing. Acredito que isso será um final trágico e explico, pessoas que hoje tem conseguido na internet, fontes de renda, fontes de estudo e diversão vão ter que escolher e usar cada vez menos, gerando o ciclo da burrice digital.

Quanto menos pessoas informadas, hoje conectadas, menor o nível de informação. Interpreto como um grupo que deseja controlar esse mercado que só cresce e que hoje as operadoras se acomodaram com relação a qualidade, benefícios e até preços. E o porque disso tudo? Falta concorrência, novas empresas para entrar e fazer um livre oferta, contratando pessoas e tirando outras empresas do sossego habitual.

A questão não é apenas a limitação da Internet e sim a limitação da concorrência que prejudica o todo, a população que poderia ter um serviço melhor, mais adequado, mais rápido e barato. Mas o foco das pessoas está somente na causa onde o correto seria analisar a situação como um todo.

Sou a favor da concorrência leal e sou contra a qualquer tipo de limitação da internet, principalmente se formos debater a tão famosa inclusão digital, onde estão os nosso direitos? Porque não fazemos os nossos deveres? Pensar no amplo, expande a discussão para outras esferas.

Informações à Imprensa:
Comunicação Alex Villaverde
(11) 4307-9010 e 9 6738-1313
www.alexvillaverde.com.br

Governo dificulta o funcionamento de lojas de e-Commerce

Sem comentários, este é nosso Brasil. Absurdo.

 

34% das empresas de e-commerce suspenderam suas atividades34% das empresas de e-commerce suspenderam suas atividades por conta da nova forma de tributação.Lixo de governo…Curta João Lima e Movimento Contra Corrupção

Publicado por João Lima em Terça, 16 de fevereiro de 2016

Professor, aprenda de forma simples a ter renda extra usando um blog.

Neste dia 3 de dezembro ministrei uma palestra ao vivo pela internet (hangout) sobre o tema: Professor, aprenda de forma simples a ter renda extra usando um blog.

Para quem não teve a oportunidade de assistir ao vivo, segue o link com o video e logo abaixo o link com o slide da apresentação.

4 DICAS PARA O SEU SITE VENDER MAIS

Algumas dicas valiosas para responder uma simples questão, o site está na internet e não é acessado, o que acontece?

O CEO da Agência ISSO É.com Alex Villaverde esclarece de forma simples e objetivas 4 passos para um site começar a ser funcional, nada adianta ter um site na internet se ele não é visitado, é como ter uma loja no meio do deserto para ninguém ver.

Muitas pessoas me procuram e perguntam: “Meu site está na Internet, mas não temo nenhum contato ou retorno” Então o seu site tem algo muito errado, imagina um ponto comercial físico, pessoas passando, vendo sua loja por exemplo e não entrando, concorda???

1. Estrutura e Abordagem
Seu site passa a informação correta para o seu público alvo? Está bem desenhado? Tem a identidade de sua empresa? Este é o ponto principal: A estrutura do Site precisa ser clara, quantos clientes quando iniciamos a campanha de publicidade, tivemos que em primeiro lugar, modificar todo o site, passar a informação útil e de forma precisa e principalmente clara para quem está procurando pelos serviços ou produtos.

2.Números
Você sabe qual o comportamento dos visitantes em seu site? Depois de Estruturar você precisa conhecer os números, as fontes de visitas e estudar o conteúdo do seu site. Nada adianta ter um site e não saber o que acontece com ele, os dados estatísticos não são apenas os números de visitas, precisamos interpretar o comportamento deste consumidor e traçar estratégias de conversão.

3. Imagem
Você possui depoimentos de clientes? Você precisa transferir para o seu público a seriedade da empresa, as experiências positivas de pessoas que realmente fazem parte do seu hall de clientes, peça a eles estes depoimentos e inclua em seu site, este fator de autoridade precisa ser destacado, se você é bom no que faz, precisa mostrar e comprovar, gerando confiança no segmento.

4. Bônus
As pessoas sempre são motivadas em ganhar algo, então ofereça um bônus, por exemplo: “Solicite um orçamento nesta semana e ganhe 10% de desconto” Imagine E solte a criatividade, ofereça sempre algo há mais, pense em como o seu cliente ficaria feliz e crie um laço de parceria e pós venda.

Estes são alguns passos para você iniciar com sucesso uma mudança em seu negócio !!!

02/04/2015

Informações à Imprensa:
Agência ISSO É.com
Assessoria de Comunicação
(11) 4307-9010 e 9 6738-1313
www.issoe.com

Como montar minha primeira loja virtual

Olá, tudo bom ?

Hoje recebi um eMail do Sr. Ricardo Nunes pedindo orientações sobre como montar uma loja virtual. Vou aproveitar então a dúvida dele e escrever um texto explicando os principais passos para quem deseja se aventurar nesse área.

Para deixar estes futuros empresários com mais “vontade”, saibam que a área de comércio eletrônico tem muito para expandir ainda, portanto mãos a obra.

1º passo: Defina uma área de atuação

Trabalhar com nichos de mercado podem tornar sua loja virtual uma referência no mercado. Não adianta querer bater de frente com grandes lojas, como Americanas e Submarino. As oportunidades podem estar em nichos de mercado, áreas específicas onde você pode se especializar. Por exemplo, um site de venda de adesivos decorativos, brinquedos antigos usados, cerveja para colecionadores, entre centenas de outras opções.

2º passo: Monte seu plano de negócio

Montar uma loja virtual é muito similar a uma loja física, por isso é importante você também construir seu plano de negócio, onde você definirá desde seus objetivos, análise de concorrência entre outras informações relevantes para a constituição de uma empresa. Recomendo buscar conteúdos no site do SEABRE.

3º passo: Escolha de um nome

Antes de pensar no nome da sua empresa, você deve entrar no site do registro.br e realizar algumas simulações de nomes para ver se já existem. Será frustante para você escolher um nome e depois descobrir que já existe um site igual. Não adianta fazer buscas apenas no Google, pois as vezes um site já pode estar registrado mas não está sendo mapeado pelo google. Consulte um post sobre a diferença entre um site .com.br e .com.

4º passo: Redes sociais e estratégias de divulgação

Defina suas estratégias de divulgação. Este item também deverá estar definido no seu plano de negócios. Não é necessário criar todas as redes sociais, como Instagram, Face ou Twitter, você precisa avaliar se seu público está nessas redes, caso contrário será tempo perdido. Criar uma rede social e não atualizá-la pode ser um tiro no pé.

5º passo: Contrate um escritório de contabilidade

Sim, a loja virtual é uma empresa normal, portanto você deverá seguir todos os passos comuns para a abertura de uma empresa física. Se quiser se aventurar sem, existem riscos que devem ser avaliados.

6º passo: Escolha uma loja virtual

Existem várias opções no mercado, existem lojas prontas onde você paga por venda realizada ou então, lojas que podem ser instaladas em seu site, mas para isso é necessário contratar uma empresa especializada.

7º passo: Distribuição e troca dos produtos

É necessário definir como será a entrega dos produtos, se por correio convencional ou transportadora. Além disso, você precisa avaliar a questão de embalagem, segurança dos  produtos e como será sua política de trocas.

Bom, basicamente estas são as etapas iniciais para quem deseja se aventurar no comércio eletrônico. Existem diversos materiais e videos na internet que orientam também sobre estas estratégias. Vale a pena pesquisar.

A eCliente Informática presta consultoria completa para o registro do site e instalação da loja virtual.

Espero ter ajudado. Forte abraço.

 

Exploda de vendas o seu e-commerce

Algumas dicas valiosas para mudar a forma de anunciar e conseguir agarrar aquele internauta que está em dúvida, se compra ou não compra o seu produto.

O crescimento do e-commerce no Brasil ao longo dos últimos anos foi sensacional e mesmo em tempos difíceis o setor não para de crescer. O brasileiro está comprando muito mais pela internet e esse movimento cresce a cada ano.

O medo vai desaparecendo e até pessoas mais velhas estão aderindo, mesmo com alguma resistência, o processo simplificado da operação e a comodidade vai ganhando espaço no coração do público brasileiro.

Promover a marca na internet e nas redes sociais hoje é vital para todos as lojas e marcas, por isso é de suma importância estar atento as tendências e a esse crescimento, visto que alguns empresários estão amargando prejuízos por não se dedicarem ainda a loja virtual, pois tudo indica que esse movimento está só começando, comparando com outros mercados como dos EUA que vendem anualmente de dez a quinze vezes mais que o mercado brasileiro.

Diante deste mercado favorável, o CEO Alex Villaverde da Agência ISSO É.com relacionou algumas dicas de como investir nas lojas virtuais e ter o máximo de retorno com publicidade na internet.

Mudar a forma de pensar
Temos que ter mente, que uma loja virtual precisa da mesma atenção da loja física. Com este pensamento tenho certeza que o resultado será positivo, pois ao invés de você ter um mercado limitado geograficamente, você terá um mercado ilimitado de pessoas e regiões.

Investimento faz parte do produto
Entrar no mercado digital é aparecer para mais pessoas e consolidar a marca na internet, mas para isso precisa ser realizado um planejamento de comunicação e um orçamento de investimento em publicidade, a loja virtual no meio da internet é apenas mais uma, podemos pensar que é uma loja física no meio do deserto, ninguém conhece e consequentemente, não haverá vendas.

Necessidade com oferta
Ter um bom produto nas mãos não é garantia de venda, ou seja não basta achar que tem um bom produto, antes é preciso saber se este produto resolve o problema de alguém. Estamos em um mercado competitivo e cada vez exigente, por isso fazer uma pesquisa de aceitação do produto, pode ser um bom caminho para iniciar, as redes sociais podem ajudar neste sentido. Não pense que o seu produto é bom, pergunte a outras pessoas se elas usariam e a partir deste ponto, monte seu plano de negócios.

Enquanto o varejo enfrenta os desafios impostos pelo atual cenário econômico, o e-commerce brasileiro continua em plena expansão, aposte na ideia, mas faça tudo com consciência empreendedora, a loja virtual não é apenas um site de vendas e sim um ativo que precisa ser cuidado e gerenciado.

18/03/2015

Informações à Imprensa:
Agência ISSO É.com
Assessoria de Comunicação
(11) 4307-9010 e 9 6738-1313
www.issoe.com

Tendências para o e- commerce brasileiro

Autoria do Prof. Antonio Carlos Giuliani, cliente da ECLIENTE desde 2007!

Nosso país nunca foi tão conectado como hoje. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD2014), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), metade dos lares brasileiros está plugada à rede mundial de computadores, 50,1% da população utilizam a internet. Os hábitos da população impressionam, são 86 milhões de brasileiros com mais de dez anos, que acessaram a internet pelo menos uma vez no ano em 2014.

Da população entre 16 e 49 anos das classes A, B e C, 74% da população vivem conectados. Em um ano o número de brasileiros que usam três ou mais telas cresceu em 10 milhões, em 2013 eram cerca de 30 milhões e em 2014 os usuários multitela, foi de 40 milhões. O Brasil apresenta-se como solo fértil para os negócios na internet.

O e-commerce no Brasil continua crescendo, mesmo em um ambiente econômico não favorável, ainda há muito espaço para expandir. No inicio dos anos 2000, quando o e-commerce começou a engatinhar no Brasil, o grande desafio era mostrar ao consumidor que o carrinho de compras representava um modo rápido e, acima de tudo, seguro de comprar.

Com o crescimento tornou-se competitivo levando os varejistas a oferecerem as melhores ofertas, uma vez que muitas lojas podem oferecer o mesmo produto, cabendo a empresa a responsabilidade de buscar por outros atributos que prendam o cliente, como por exemplo , oportunidades de frete, promoções e destaque do produto, fornecendo o máximo de informações.

O mercado do e-commerce passa por um processo de amadurecimento natural e, com isso, para atuar nesse mercado é importante focar em métricas que atestem, o crescimento sustentável do negócio. Atrair a atenção do internauta, bombardeado 24 horas por apelos, os mais atrativos e diversos, tornou-se um dos maiores desafios do e-commerce.

Mesmo que uma pessoa decida fazer uma compra on-line, muitas vezes ela visita o ponto físico para pegar o produto, conhecer, interagir, tirar dúvidas. As pessoas se relacionam com as marcas, têm necessidade de um produto e vão navegando, seja nas plataformas digitais ou na vida, buscando informações, interações.

Portanto, deve-se colocar no ar não só o ambiente de e-commerce, mas a comunicação sobre ele. O que a marca é, no ambiente digital, nas plataformas digitais. Com um cenário econômico que inspira cuidados, o mercado caminha para busca de resultados financeiros.

Estudo realizado pela área comercial da GS&ECOMM, unidade de varejo digital da GS&MD destaca as principais tendências para o e-commerce brasileiro, que devem ser analisados para a condução do e-commerce.

O varejo tradicional vai concorrer com a indústria que vem para o mercado virtual, oferecendo qualidade e serviços diferenciados, como exemplo, pode-se destacar a loja virtual da Electrolux com um ano de operação, oferece aos consumidores o acesso ao portfólio completo de produtos, soluções da marca, frete gratuito para algumas regiões.

Os atacadistas enxergaram oportunidade para atender os pequenos varejistas auxiliando a incrementar seus produtos e serviços, aumentando assim seu ticket médio. O varejista se torna mais rentável e compra mais do atacadista. O crescimento dos serviços, com intuito de capilarizar sua atuação, com o e-commerce de serviços, reduz os custos com a força de vendas, e atrai cada vez mais consumidores com dificuldades de se locomover nos grandes centros.

Na Englishtown, a OpenEnglish o consumidor dita as regras de quando e como quer aprender. Com os altos impostos praticados no país, o consumidor passou a procurar lojas estrangeiras, vendo esse potencial as grandes companhias começam a montar suas operações no Brasil.

O Alibaba, grupo chinês, que reúne 10 sites é o mais conhecido oferecendo preços baixos e entrega em 200 países. Esse novo cenário necessariamente obrigará o varejo a amadurecer muito no aspecto gestão. O mercado vai continuar crescendo e muito competitivo, os grandes grupos brigando por Market share e subsidiando os altos custos de ações de frete grátis, taxas de parcelamento ao cliente e preços de vendas promocionais muitas vezes abaixo do custo do produtos.

O segmento de e-commerce, como um todo, ainda é um segmento que gera altos prejuízos financeiros. Acertar a equação entre o preço praticado na ponta, cobrança do serviço de frete para o consumidor final, necessidade de capital de giro e investimento adequado serão os maiores desafios do canal no médio prazo.

http://www.giulianimarketing.pro.br/

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